Restricción alimentaria intermitente: repercusiones en la regulación de la homeostasis energética hipotalámica y tejido adiposo

  • Mariana Rosas Fernández Programa de Pós-Graduação em Nutrição, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; Laboratório de Nutrição Experimental, Universidade Federal do Rio de Janeiro – Macaé, Rio de Janeiro, Brasil.
  • Carlos Concha Vilca Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil, Rio de Janeiro, Brasil; Laboratório de Nutrição Experimental, Universidade Federal do Rio de Janeiro – Macaé, Rio de Janeiro, Brasil
  • Leandro Oliveira Batista Laboratório de Nutrição Experimental, Universidade Federal do Rio de Janeiro – Macaé, Rio de Janeiro, Brasil
  • Kelse Tibau de Albuquerque Programa de Pós-Graduação em Nutrição, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil, Rio de Janeiro, Brasil; Laboratório de Nutrição Experimental, Universidade Federal do Rio de Janeiro – Macaé, Rio de Janeiro, Brasil
Palabras clave: Restricción Calórica, Dieta Reductora, Tejido Adiposo, Homeostasis, Sistema Nervioso Central

Resumen

La práctica de restricción alimentaria intermitente (RAI) bien como sus variaciones, es utilizada por individuos con intensión de pérdida de masa corporal. Existen evidencias científicas favorables a esta práctica; no obstante, son insuficientes los estudios que muestren las consecuencias a largo plazo y sus repercusiones en el control de la homeostasis energética en el sistema nervioso central (SNC). Considerando su creciente utilización, tanto como su recomendación y además de la controversia existente en la bibliografía, la presente revisión tiene como objetivo mostrar los efectos de la RAI sobre la regulación central de la homeostasis energética registrados en la literatura.
Publicado
2018-12-30
Sección
Artículos de Revisión